Sobre o post: Ficou bem legal… Lembrou aquele do Jason Santamaria (http://jasonsantamaria.com/articles/on-good).. Eu gostei de como vc usou a sombra, de forma sutil, assim como o gradiente do fundo.. o povo tente a exagerar quando tenta fazer o mesmo..
Serifa grossa sempre me lembra faroeste xD”
Sobre a resposta da pergunta: Não pode? Mas rola o tempo todo… xD”
Não comentei antes porque não vi antes. Muito legal, parabéns.
Poder pode. Mas e a nossa cultura? Nossas favelas? Nosso folclore? O pessoal do Nordeste, do repente? E a Xuxa, gente, os Trapalhões? A gente tem de incentivar o que é nosso, sabe? Pra não ser americanizado.
[ironia off] Eu sempre quis ver um filme de ficção científica DE VERDADE nacional. Vejo pelos curtas sobre todos os assuntos, nos temos MUITO potencial. Não entendo a preguiça.
Apesar que Besouro foi bom.
@Fernando
Escrevi como twittei. É pra ficar estranho, mesmo.
@Herzinger
Rola o tempo todo, mas experimenta fazer pra ver os olhares de reprovação…
@Marta
Gostei de Besouro, ficou muito bem produzido. Mas que eles deviam ter caprichado um tiquim no timing do roteiro, ah podiam!
Não entendo de fontes, mas lembrou sim um faroeste.
E sobre a pergunta, sinto falta de alguma boa novela (ou outra grande produção análoga) sobre o cangaço, como Mandacaru, esta que se passava no Nordeste e tinha jeitão bem faroeste.
Nossa! Bem lembrado, Marta. Besouro é um exemplo de que falar de algo externo pode dar certo, no nosso contexto.
Btw, sempre tenho a impressão que o nacional é limitado. Tem exceções, mas há um número vasto de cópias.
Me lembra Rockwell, e ainda que eu esteja enganado, continuará parecendo Rockwell. Mas já não sei dizer se é genérica ou a real Open Type (que real já não é). De qualquer forma, acho cada um dos dois válido, mas só pela experiência de ser quem não é, se é que ser quem não é realmente é válido.
vai saber, né?
Seguir a onde e viver de criticar o Brasil é fácil, fácil… Parar e pensar, entretanto…

Ficou estranha a frase!
“Porque italiano fazer filme…” ficou quase igual “Índio fazer troca de índia por espelho!”
Arruma ai! Abraço!