Problemão de Gênero, parte II, volume 5: o Verbo se faz carne

Desde o último texto publicado na série “Problemão de Gênero”, resolvi instituir um cronograma para, até julho de 2016, conseguir terminar de ler e analisar todo o “Gender Trouble”. Tem sido um desafio, principalmente pelo fato de que, bem, há muita coisa que quero ler, há muita coisa a se estudar, e o fato de eu discordar diametralmente da autora e ter ojeriza de seu estilo de escrita também não ajudam. O caso é que ler esse livro e escrever essa série tem me dado uma base teórica muito boa para entender não só a teoria feminista em voga atualmente na academia e sua manifestação mainstream, mas também como anda o mundo e como tudo isso tem se construído ideologicamente nos últimos séculos.

A partir do estudo independente desse livro — coisa que jamais me seria possível fazer sob o selo institucional do departamento de “estudos de gênero” de uma universidade —, estou estudando uma série de assuntos que me interessam, ajudando pessoas a entender melhor o que raios anda acontecendo no feminismo, e de que forma rebater esses argumentos. Se isso algum dia vai me trazer algum tipo de fruto que eu possa ostentar no meu currículo Lattes já é outra história, mas divago.

Identidade, Sexo, e as Metafísicas da Substância

A autora começa esse subcapítulo abordando a noção de “identidade”, e o que as formulações comuns a respeito desse conceito têm a dizer sobre o que ela chama de “identidade de gênero”. Essa parte específica do texto é bastante truncada e confusa, apesar de sua conclusão poder ser resumida em menos de 140 caracteres, mas vamos lá.

Butler questiona o que pode ser entendido como “identidade”, e em que sentido as identidades podem ser entendidas como internamente coerente, fixas, idênticas entre si, e o que essas assunções dizem sobre “identidade de gênero”. Ela diz que seria errado imaginar que a discussão sobre identidade propriamente dita vem antes da discussão sobre identidade de gênero pelo simples fato de que pessoas só são entendidas através do processo de engendramento em padrões de conformidade. Isso porque a “coerência” e a “continuidade” da “pessoa” não são características lógicas e analíticas da personalidade, mas normas de inteligibilidade instituídas e mantidas socialmente — de modo que a “pessoa” em si deixaria de existir se não estivesse nos conformes, e apareceria apenas como uma perversão ou impossibilidade lógica. [1] As normas de gênero buscariam assegurar uma interpretação única dos conceitos de sexo, gênero e sexualidade, e dentro dessa noção de igualar [identidade de] gênero à personalidade é “a heterossexualização do desejo” que cria oposições entre “feminino” e “masculino”.

Se, por um lado, esse argumento parece bom porque considera as pessoas como indivíduos com sentimentos e características próprias inseridas em um contexto de práticas opressivas com o intuito de os manipular em função de poderes superiores, ele deixa de levar em consideração alguns fatores essenciais para compreender porque essas “normas gendradas” existem, pra começar. Butler não considera que esses poderes que regulam as práticas sexuais dos indivíduos possuem vetores de ação e finalidades bastante específicas; se estamos realmente falando de feminismo — e Butler afirma em um momento anterior do texto que é esse o assunto (ou, pelo menos, um dos assuntos) que ela aborda no livro — isso significa dizer que esse objetivo é o controle do potencial reprodutivo das mulheres. Mas uma vez que a autora desconsidera a própria existência evidente do patriarcado — uma “noção altamente ocidental” —, é por outro caminho que ela vai seguir.

A partir daqui ela vai discorrer sobre o que ela chama de “matriz de inteligibilidade” do gênero, e de que modo o gênero, enquanto “efeito das práticas discursivas” da relação entre sexo, gênero, práticas sexuais e desejo, resulta na heterossexualidade compulsória [2]. Ela também questiona como a “heterossexualidade compulsória meramente toma o lugar do falogocentrismo como causa monolítica da opressão de gênero” [3]. Para isso, ela vai se voltar novamente ao tal do “feminismo francês” [4] e às teorias pós-estruturalistas para explicar como regimes de poder produzem as identidades sexuais, e suas contradições. Ela lista a seguir o argumento de sexo único da Irigaray — o masculino, o feminino seria o “Outro”, indefinível e irrepresentável; o conceito do Foucault de que “masculino” e “feminino” seriam resultados da “difusa economia regulatória da sexualidade”; e o argumento da Wittig de que dentro da idéia de heterossexualidade compulsória, o único sexo que existe é o feminino, pois o masculino seria o universal não marcado/estabelecido, e que o sexo desapareceria sem essa regulação. Uma vez que haja tanta variância conceitual a respeito do sexo, Butler argumenta que o sexo vai ser entendido de formas diferentes de acordo com o campo onde o poder é articulado.

Ela vai dizer que todas essas conceituações têm em comum a noção de que o sexo aparece na linguagem como substância através de uma torção no discurso: “ser” um sexo ou um gênero seria impossível, e as noções de “masculino” e “feminino” seriam frutos de um discurso falogocêntrico hegemônico que abafaria a expressão das múltiplas sexualidades.

Butler faz, então, uma breve análise do argumento de Monique Wittig:

Para Wittig, a restrição binária do sexo serve aos objetivos reprodutivos de um sistema de heterossexualidade compulsória […]. Em outro momento textual parece que “a lésbica” emerge como um terceiro gênero que promete transceder a restrição binária do sexo imposta pelo sistema de heterossexualidade compulsória. Em sua defesa do “sujeito cognitivo”, Wittig parece não ter qualquer discordância metafísica com os modos de significação ou representação […]. Ela não critica “o sujeito” como invariavelmente masculino de acordo com as regras de um Simbólico inevitavelmente patriarcal, mas propõe em seu lugar o equivalente a um sujeito lésbico como usuário da linguagem.

A identificação da mulher com o “sexo”, tanto para Beauvoir quanto para Wittig, é a fusão da categoria mulher com as características ostensivamente sexualizadas de seus corpos e, consequentemente, uma recusa em se conceder às mulheres liberdade e autonomia da mesma forma que ela é supostamente desfrutada pelos homens. (p. 26. Tradução livre)

Me parece que Butler ficou ul-tra-ja-da com a sugestão de Wittig de se destruir o sexo como hierarquia, e do “ponto de vista feminino” como uma possibilidade discursiva. A impressão que tive quando li esse trecho foi que ele foi escrito por um Ativista dos Direitos dos Homens [5] indignado com o fato de as mulheres estarem conseguindo mais direitos civis, porque senão — imagine! — vai chegar uma hora em que isso aqui vai se tornar um matriarcado, onde já se viu! Dá pra notar também o quanto ela nega de todas as formas possíveis a materialidade do sexo feminino: a menor sugestão de sua existência é vista por ela como um exagero, uma fantasia, quase como a Vênus de Willendorf, cujos atributos sexuais bem marcados representam — heresia! — um culto ao potencial reprodutivo das fêmeas.

Vênus de Willendorf

Butler continua dizendo que a lésbica proposta por Wittig “confirma, mais que contesta, a promessa normativa dos ideais humanistas pressupostos na metafísica da substância” — grifo meu [6]. As idéias da Irigaray, segundo Butler, também vão se encaixar nessa idéia de metafísica da substância, mas vão divergir das de Wittig no sentido de que a primeira separa em conceitos diferentes a “lésbica” da “mulher”, enquanto Irigaray defende a existência de uma “pessoa” antes do gênero. De acordo com ela, isso “confirma o modelo normativo do humanismo como estrutura para o feminismo”, e só contribui para a “própria produção e naturalização da categoria do sexo” [7].

A partir daí, o texto discorre sobre as análises gramaticais do gênero na língua francesa feitas pela Wittig, que defende que o gênero gramatical não só designa pessoas, mas é a ferramenta através da qual o gênero se universaliza. Butler lembra que o francês é uma língua latina, onde tudo tem gênero, mas destaca que a Wittig diz que análises semelhantes poderiam se aplicar à língua inglesa. Ela rebate esse argumento dizendo que a visão da Wittig corrobora a idéia de que as pessoas “são” gêneros, ou são suas sexualidades em virtude de seus sexos de nascimento, e que isso seria confundir sexo e gênero — que, vamos lembrar, ela disse em outra ocasião que não faz sentido separar um conceito do outro — o que, segundo ela, ajudaria a manter uma estrutura que exige coerência entre sexo, gênero e desejo. Isso porque, segundo a autora, afirmar-se homem ou mulher implica necessariamente uma diferenciação de seu “gênero oposto”, o que restringiria tudo a um par binário de “ser”.

O argumento de Judith Butler aqui é que o gênero só designaria uma “unidade de experiências” em relação a sexo e desejo quando ele está de acordo com as exigências da heterossexualidade, criando uma relação de oposição entre os gêneros que se desejam, algo que a “heterossexualidade instituída” requer e exige.

A instituição de uma heterossexualidade compulsória e naturalizada requer e regula o gênero como uma relação binária na qual o território [8] masculino é diferenciado do território feminino, e essa diferenciação é conseguida através das práticas do desejo sexual. O ato de se diferenciar esses dois momentos opostos do binário resultam em uma consolidação de cada território, a coerência interna respectiva de sexo, gênero, e desejo. (p. 30. Tradução livre)

Até aí, lendo esse parágrafo isolado, tudo muito bom, tudo muito que bem. Sim, a heterossexualidade compulsória exige que, bom, que a norma sejam os relacionamentos heterossexuais. Se é “compulsória”, significa que é obrigatória e normativa; se é “heterossexualidade”, significa que regula relações sexuais entre homens e mulheres, e consequentemente seus desejos e práticas sexuais. Que gênero ou sexo — principalmente quando dentro do que ela chama de “matriz heterossexual” — não sejam suficientes para designar a experiência de se ser uma pessoa completa, isso ninguém questiona. Butler, no entanto, não se dá ao trabalho de investigar o porquê de isso ser assim. O termo “instituição” demanda que alguém tenha instituído a heterossexualidade como norma, e essa institucionalização, independente de ter sido feita de forma consciente ou insconsciente, deve ter um objetivo. Ela também não se preocupa em investigar de que lado essas forças de poder vêm, como exatamente atuam — que tipo de normas de comportamento a heterossexualidade compulsória exige de machos e fêmeas? As mesmas normas se aplicam a um e outro grupo? Por quê? —, e nem que lado se beneficia do quê em função de quem. Butler apenas atesta que o poder existe e atua por aí, cerceando as taras da galera.

Ela então continua o texto afirmando que categorias como “homem”, “mulher”, “macho” e “fêmea” são produzidas dentro dessa estrutura binária heterossexual. Citando “A História da Sexualidade” de Foucault, ela afirma que casos como o de Herculine Barbin — uma intersexual francesa que foi designada como sendo do sexo feminino, e que posteriormente foi “diagnosticada” como homem — sugerem que a diferença sexual surge não do sexo propriamente dito, mas de formas específicas e históricas de se encarar a sexualidade. Herculine seria uma impossibilidade identitária, dentro da noção apresentada por Butler. Segundo a autora, a própria existência de Herculine ferra com as convenções de inteligibilidade, porque convergiria a hétero e a homossexualidade em um mesmo indivíduo.

Isso mesmo que você leu: um caso limítrofe serve muito bem como prova de que sexo não importa, ou pelo menos seria irrelevante no processo de significação. Não me entenda mal: a diferença sexual é irrelevante quanto aos significados atribuídos a machos e fêmeas, sim. Os atributos culturalmente considerados femininos não têm, realmente, qualquer relação com a realidade de se ser uma mulher, um ser humano do sexo feminino; mulheres não são fracas, submissas, sentimentais, ou burras por natureza. Mas que sequer lhe tenha passado pela cabeça em nenhum momento que sexo entre homens e mulheres pode produzir gente, e que o controle da produção e reprodução de gente possa ter motivado a instituição de normas para o comportamento sexual é algo que realmente me incomoda. Não! Jamais! Isso é coisa de feminista radical essencialista de teorias ultrapassadas, certamente. Não importa que seja a própria Butler que tenha assumido, no início de sua argumentação, que “homem” e “mulher” sejam tidos como expressões de uma substância, de uma personalidade, e tenha partido daí para criar um espantalho argumentativo contra o qual ela iria duelar ao longo desse subcapítulo inteiro. O que importa é que o argumento que ela criou dá margem a entender que atribuir o termo “homem” ou “mulher” a um ser é uma “construção fictícia” porque em alguns casos isso não necessariamente se aplica [9].

Finalizando, Butler escreveu tudo isso apenas para dizer que o gênero seria, então, puramente performativo porque constitui a própria identidade do indivíduo. Mas aí vem a pegadinha: “Não há identidade de gênero por trás da expressão de gênero; porque a identidade é performativamente constituída pelas suas próprias ‘expressões’ que são tidas como sendo seu resultado”. Se eu entendi bem, gênero seria a expressão do gênero em si mesma, sem nada por trás. Nada: nenhum contexto, nenhum motivo, nenhuma origem e nenhum fim.

Gênero é o que as pessoas quiserem que ele seja. Não é à toa que algumas feministas advogam parar de usar esse termo.


Notas

1. Aquela zoeirinha que os críticos mais perspicazes dos Social Justice Warriors fazem ao dizer que o pessoal do Tumblr se acha um bando de “floquinhos de neve especiais” porque gostam de uma determinada tendência da moda é extremamente acertada, se for assim. Lembrando que as críticas que páginas do Facebook como “Aventuras na Justiça Social” e assemelhadas fazem não são nem um pouco perspicazes. Se aproximam em grande medida, aliás, das da galera masculinista.

2. “Heterossexualidade compulsória” é um conceito desenvolvido pela Adrienne Rich no que acredito ser seu trabalho mais famoso. Nele, Rich enfatiza o caráter sexual da exploração patriarcal e usa, inclusive, exemplos de práticas como a mutilação genital feminina para mostrar como a alienação que o patriarcado inflige sobre as mulheres funciona. Se você é feminista de qualquer vertente e ainda não leu esse artigo, não perca mais tempo. Sério.

3. Me pergunto de onde foi que ela tirou que certas feministas dizem que é a “centralidade no pau” que causa a opressão das mulheres. O que causa a opressão das mulheres, nós, feministas radicais, já dissemos um milhar de vezes. Não vou repetir aqui porque eles se ofendem facilmente e podem transformar a seção de comentários do meu blog numa sucursal do inferno, mas vocês sabem de quem estou falando.

4. Sim, eu também estou incomodada com tantas notas de rodapé no mesmo parágrafo, mas essa é necessária: “feminismo francês” é um conjunto de autores e autoras não exatamente relacionados, não exatamente feministas, e não exatamente as principais referências da teoria feminista produzida na França, sendo uma invenção de intelectuais americanos. Butler admite isso já nos prefácios. “A única forma objetiva de definir [o ‘feminismo francês’] é dizer que se trata de um corpo de comentários feito por escritores anglo-americanos sobre uma seleção de escritores franceses e não franceses: Lacan, Freud, Kristeva, Cixous, Derrida e Irigaray são o grupo central. Mas há outros. ‘Feminismo francês’ é então uma corrente da produção intelectual dentro do contexto anglo-americano” (Tradução livre de: DELPHY, Christine. “French Feminism: An Imperialist Invention”. In: BELL, Diane; KLEIN, Renate (org). Radically Speaking: Feminism Reclaimed. North Meolbourne: Spinifex Press, 1996).

5. Sim, eles existem.

6. “Metafísica da substância” seria uma armadilha filosófica em que alguns argumentos acabariam presos, por confundir a formulação gramatical dos conceitos com sua realidade ontológica. Envolve aquela noção de “em que medida uma mulher é do sexo feminino?”, porque a formulação “mulher” não seria suficiente para abarcar o ser que essa formulação busca representar. Esse texto aqui tem uma explicação bem de acordo com o pensamento de Judith Butler, mas ajuda a entender o que raios é isso.

7. Porque, como todo mundo sabe, sexo não existe. Nós surgimos nesse mundo trazidos por uma cegonha, que nos cultiva ela mesma em pés de repolho, que brotam e têm em seu miolo os bebês humanos. Agora, como as plantas se reproduzem, aí já é outra história. Mas uma coisa é certa: nunca vi um pé de repolho inserindo suas protuberâncias dentro de outro para gerar novas plantas, que saem inteiras de dentro do repolho impregnado. Isso é obviamente um conceito ridículo; logo, terei de concordar com Butler.

8. A palavra que ela usa no original é “term”, que pode significar “período”, “lógica”, “relação entre dois grupos”. Traduzi como “território” pois me lembrei que “terms” também pode designar fronteiras de um país ou pedaço de terra. Se você tiver uma sugestão melhor, deixe nos comentários.

9. Segundo Anne Fausto-Sterling, numa estimativa bastante otimista que agrega os mais diferentes e variados tipos de alterações no desenvolvimento embrionário, em torno de 1,7% da população manifestaria algum tipo de intersexualidade, arredondando para cima. Isso seria, segundo ela, mais ou menos a quantidade da população que tem albinismo. (FAUSTO-STERLING, Anne. Sexing The Body: Gender politics and the construction of sexuality. Nova York: Basic Books, 2000.)

11 responses to “Problemão de Gênero, parte II, volume 5: o Verbo se faz carne”

  1. Harold Godwinson says:

    Typo no último parágrafo, em “contitui”.
    Talvez “papel” encaixa melhor no item 8. “Term” me faz lembrar de “letivo”, e da idéia de que o papel da escola não é educar crianças e sim impedir elas de incomodar os adultos.

    Escravidão performativa é opressão também? Findhorn.

    • fabianelima says:

      Typo arrumado, obrigada!

      Pensei em pôr “papel”, mas se usa essa palavra em outra expressão muito usada no feminismo — “gender roles”/”papel de gênero” —, achei que podia confundir. Mas talvez seja mesmo a tradução mais apropriada.

  2. A says:

    Sua posição em relação a teoria queer é evidente, óbvia, mas quais são seus pensamentos sobre a transgeneridade? O que tem a dizer sobre as críticas ao que Cordelia Fine chama de neurossexismo e aos estudos falando de gênero na perspectiva da biologia?

    • fabianelima says:

      Transgenereidade é como a bulimia e a anorexia: doença com causas sociais que não existiria se não existisse uma exigência para que as pessoas se conformem a certos padrões de comportamento.

      Quanto à Cordelia Fine, uma deusa, uma louca, uma feiticeira: ela é demais.

  3. A says:

    E quanto a paradinha sexo do cérebro? A questão do hipotálamo, tamanho, desenvolvimento, corpo caloso, córtex?

    Há algo que me está escapando nessa história…

    • fabianelima says:

      Ok, mas onde isso tudo aí prova que mulher gosta de rosa, é submissa por natureza, mãe nutridora pela graça de deus, e instrumento de meter rola de macho?

    • fabianelima says:

      Outra: eu acharia ÓTIMO se algum estudo provasse mesmo que mulheres são MUITO DIFERENTE dos homens, acharia mesmo. 😀

  4. ariane says:

    Oi!! To adorando seus fichamentos, estão me ajudando muito a ler esse livro!!! Queria saber se você chegou a fazer o item 6, Linguagem, poder e estratégias de deslocamento, e se sim, se você poderia disponibilizar??

    Desde já muito grata!!

  5. […] paupável. Para entender melhor o que ela pensa do assunto, veja no texto anterior dessa série a nota de número 6, sobre “metafísica da […]

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