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	<title>Comments on: Uma leitura crítica…</title>
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	<description>O Primeiro Blogazine Brasileiro do Universo</description>
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		<title>By: Leandro</title>
		<link>http://fabianelima.com/blog/uma-leitura-critica/comment-page-1/#comment-228</link>
		<dc:creator>Leandro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 19:35:22 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns, Chico. Texto muito bom!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns, Chico. Texto muito bom!</p>
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		<title>By: Ana Muller</title>
		<link>http://fabianelima.com/blog/uma-leitura-critica/comment-page-1/#comment-227</link>
		<dc:creator>Ana Muller</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 23:35:23 +0000</pubDate>
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		<description>Belo texto do brilhante cientista brasileiro, e ateu, Marcelo Gleiser. Abaixo o fundamentalismo ateu !


domingo, 28 de março de 2010

Sobre a crença e a ciência




--------------------------------------------------------------------------------

Respeito os que creem. A ciência não tem agenda contra a religião
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A pergunta que mais me fazem quando dou palestras, ou mesmo quando me mandam e-mails, é se acredito em Deus. Quando respondo que não acredito, vejo um ar de confusão, às vezes até de medo, no rosto da pessoa: &quot;Mas como o senhor consegue dormir à noite?&quot;.

Não há nada de estranho em perguntar a um cientista sobre suas crenças. Afinal, ao seguirmos a velha rixa entre a ciência e a religião, vemos que, à medida em que a ciência foi progredindo, foi também ameaçando a presença de Deus no mundo. Mesmo o grande Newton via um papel essencial para Deus na natureza: Ele interferia para manter o cosmo em xeque, de modo que os planetas não desenvolvessem instabilidades e acabassem todos amontoados no centro, junto ao Sol. Porém, logo ficou claro que esse Deus era desnecessário, que a natureza podia cuidar de si mesma. O Deus que interferia no mundo transformou-se no Deus criador: após criar o mundo, deixou-o à mercê de suas leis.

Mas, nesse caso, o que seria de Deus? Se essa tendência continuasse, a ciência tornaria Deus desnecessário?

Foi dessa tensão que surgiu a crença de que a agenda da ciência é roubar Deus das pessoas. Um número espantoso de pessoas acha mesmo que esse é o objetivo dos cientistas, acabar com a crença de todo mundo. Os livros de Richard Dawkins e outros cientistas ateus militantes, que acusam os que creem de viverem num estado de delírio permanente, não ajudam em nada a situação. Mas será isso mesmo o que a ciência pretende? Será que esses fundamentalistas ateus falam por todos os cientistas?

De modo algum. Eu conheço muitos cientistas religiosos, que não veem qualquer conflito entre a sua ciência e a sua crença. Para eles, quanto mais entendem o Universo, mais admiram a obra do seu Deus. (São vários.) Mesmo que essa não seja a minha posição, respeito os que creem. A ciência não tem uma agenda contra a religião. Ela se propõe simplesmente a interpretar a natureza, expandindo nosso conhecimento do mundo natural. Sua missão é aliviar o sofrimento humano, aumentando o conforto das pessoas, desenvolvendo técnicas de produção avançadas, ajudando no combate às doenças. O &quot;resto&quot;, a bagagem humana que acompanha e inspira o conhecimento (e que às vezes o atravanca), não vem da ciência como corpo de saber, mas dos homens e das mulheres que se dedicam ao seu estudo.

É óbvio que, como já afirmava Einstein, crer num Deus que interfere nos afazeres humanos é incompatível com a visão da ciência de que a natureza procede de acordo com leis que, bem ou mal, podemos compreender. O problema se torna sério quando a religião se propõe a explicar fenômenos naturais; dizer que o mundo tem menos de 7.000 anos ou que somos descendentes diretos de Adão e Eva, que, por sua vez, foram criados por Deus, é equivalente a viver no século 16 ou antes disso. A insistência em negar os avanços e as descobertas da ciência é, francamente, inaceitável. Por exemplo, um número enorme de pessoas se recusa a aceitar que o homem pousou na Lua. Quando ouço isso, fico horrorizado. Esse feito, como tantos outros, deveria ser celebrado como um dos marcos da civilização, motivo de orgulho para todos nós.

Podemos dizer que existem dois tipos de pessoa: os naturalistas e os sobrenaturalistas. Os sobrenaturalistas veem forças ocultas por trás dos afazeres dos homens, vivendo escravizados por medos apocalípticos e crenças inexplicáveis. Os naturalistas aceitam que nunca teremos todas as respostas.

Mas, em vez de temer o desconhecido, abraçam essa ignorância como um desafio e não uma prisão. É por isso que eu durmo bem à noite.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Belo texto do brilhante cientista brasileiro, e ateu, Marcelo Gleiser. Abaixo o fundamentalismo ateu !</p>
<p>domingo, 28 de março de 2010</p>
<p>Sobre a crença e a ciência</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Respeito os que creem. A ciência não tem agenda contra a religião<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>A pergunta que mais me fazem quando dou palestras, ou mesmo quando me mandam e-mails, é se acredito em Deus. Quando respondo que não acredito, vejo um ar de confusão, às vezes até de medo, no rosto da pessoa: &#8220;Mas como o senhor consegue dormir à noite?&#8221;.</p>
<p>Não há nada de estranho em perguntar a um cientista sobre suas crenças. Afinal, ao seguirmos a velha rixa entre a ciência e a religião, vemos que, à medida em que a ciência foi progredindo, foi também ameaçando a presença de Deus no mundo. Mesmo o grande Newton via um papel essencial para Deus na natureza: Ele interferia para manter o cosmo em xeque, de modo que os planetas não desenvolvessem instabilidades e acabassem todos amontoados no centro, junto ao Sol. Porém, logo ficou claro que esse Deus era desnecessário, que a natureza podia cuidar de si mesma. O Deus que interferia no mundo transformou-se no Deus criador: após criar o mundo, deixou-o à mercê de suas leis.</p>
<p>Mas, nesse caso, o que seria de Deus? Se essa tendência continuasse, a ciência tornaria Deus desnecessário?</p>
<p>Foi dessa tensão que surgiu a crença de que a agenda da ciência é roubar Deus das pessoas. Um número espantoso de pessoas acha mesmo que esse é o objetivo dos cientistas, acabar com a crença de todo mundo. Os livros de Richard Dawkins e outros cientistas ateus militantes, que acusam os que creem de viverem num estado de delírio permanente, não ajudam em nada a situação. Mas será isso mesmo o que a ciência pretende? Será que esses fundamentalistas ateus falam por todos os cientistas?</p>
<p>De modo algum. Eu conheço muitos cientistas religiosos, que não veem qualquer conflito entre a sua ciência e a sua crença. Para eles, quanto mais entendem o Universo, mais admiram a obra do seu Deus. (São vários.) Mesmo que essa não seja a minha posição, respeito os que creem. A ciência não tem uma agenda contra a religião. Ela se propõe simplesmente a interpretar a natureza, expandindo nosso conhecimento do mundo natural. Sua missão é aliviar o sofrimento humano, aumentando o conforto das pessoas, desenvolvendo técnicas de produção avançadas, ajudando no combate às doenças. O &#8220;resto&#8221;, a bagagem humana que acompanha e inspira o conhecimento (e que às vezes o atravanca), não vem da ciência como corpo de saber, mas dos homens e das mulheres que se dedicam ao seu estudo.</p>
<p>É óbvio que, como já afirmava Einstein, crer num Deus que interfere nos afazeres humanos é incompatível com a visão da ciência de que a natureza procede de acordo com leis que, bem ou mal, podemos compreender. O problema se torna sério quando a religião se propõe a explicar fenômenos naturais; dizer que o mundo tem menos de 7.000 anos ou que somos descendentes diretos de Adão e Eva, que, por sua vez, foram criados por Deus, é equivalente a viver no século 16 ou antes disso. A insistência em negar os avanços e as descobertas da ciência é, francamente, inaceitável. Por exemplo, um número enorme de pessoas se recusa a aceitar que o homem pousou na Lua. Quando ouço isso, fico horrorizado. Esse feito, como tantos outros, deveria ser celebrado como um dos marcos da civilização, motivo de orgulho para todos nós.</p>
<p>Podemos dizer que existem dois tipos de pessoa: os naturalistas e os sobrenaturalistas. Os sobrenaturalistas veem forças ocultas por trás dos afazeres dos homens, vivendo escravizados por medos apocalípticos e crenças inexplicáveis. Os naturalistas aceitam que nunca teremos todas as respostas.</p>
<p>Mas, em vez de temer o desconhecido, abraçam essa ignorância como um desafio e não uma prisão. É por isso que eu durmo bem à noite.</p>
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		<title>By: Ademir</title>
		<link>http://fabianelima.com/blog/uma-leitura-critica/comment-page-1/#comment-226</link>
		<dc:creator>Ademir</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 20:14:37 +0000</pubDate>
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		<description>A tempos atrás entrei em uma discussão, em outro site, sobre estes fenomenos de defeitos de nascimentos serem relacionados a fatos ocorridos em vidas passadas, normalmente marcas na pele que indicariam a forma violenta como a pessoa atual morreu em pretensa vida passada. Chegamos a entrar em contato com membros da equipe do Stevenson (ele estava aposentado e não mais disponível) para maiores detalhes, mas, em resumo, apesar de pessoalmente inclinado a aceitar a hipotese reencarnatória como a explicação mais plausível, o proprio Stevenson nunca afirmou isto categóricamente porque em 2 casos, encontrou gêmeos identicos com as mesmas marcas, o que seria incompatível com sua hipótese.
Tambem em outras ocasiões, encontrou dificuldades, como 2 pessoas diferentes afirmarem serem a mesma em outra vida, ambas contando detalhes intrigantes, e pelo menos um caso de reencarnação em que a pessoa da vida anterior ainda estava viva...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A tempos atrás entrei em uma discussão, em outro site, sobre estes fenomenos de defeitos de nascimentos serem relacionados a fatos ocorridos em vidas passadas, normalmente marcas na pele que indicariam a forma violenta como a pessoa atual morreu em pretensa vida passada. Chegamos a entrar em contato com membros da equipe do Stevenson (ele estava aposentado e não mais disponível) para maiores detalhes, mas, em resumo, apesar de pessoalmente inclinado a aceitar a hipotese reencarnatória como a explicação mais plausível, o proprio Stevenson nunca afirmou isto categóricamente porque em 2 casos, encontrou gêmeos identicos com as mesmas marcas, o que seria incompatível com sua hipótese.<br />
Tambem em outras ocasiões, encontrou dificuldades, como 2 pessoas diferentes afirmarem serem a mesma em outra vida, ambas contando detalhes intrigantes, e pelo menos um caso de reencarnação em que a pessoa da vida anterior ainda estava viva&#8230;</p>
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		<title>By: Guilherme</title>
		<link>http://fabianelima.com/blog/uma-leitura-critica/comment-page-1/#comment-225</link>
		<dc:creator>Guilherme</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 12:48:42 +0000</pubDate>
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		<description>Eu gostaria de saber do que morreu o antepassado daquele garoto que nasceu com 60 dedos nas mãos e 80 nos pés :D
E o blog tá bonito pra caramba ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu gostaria de saber do que morreu o antepassado daquele garoto que nasceu com 60 dedos nas mãos e 80 nos pés <img src='http://fabianelima.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /><br />
E o blog tá bonito pra caramba <img src='http://fabianelima.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>By: manoel Leonam</title>
		<link>http://fabianelima.com/blog/uma-leitura-critica/comment-page-1/#comment-224</link>
		<dc:creator>manoel Leonam</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 02:48:28 +0000</pubDate>
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		<description>Submeter uma pesquisa a apreciação da comunidade de pesquisadores é o que, digamos, “há de mais científico” numa pesquisa com pretensões de ciência.  O resto está mais no campo do formalismo acadêmico do que no campo da ciência. Dividir o texto em introdução, desenvolvimento e discussão são normas comuns até mesmo a apresentação de trabalhos de crítica literária e filosofia, o que não chamaríamos de ciência, pelo menos não da mesma maneira que chamamos física e química de ciência.

Gostaria de deixar aqui uma consideração que me veio enquanto lia o artigo (um ótimo artigo, fique registrado antes que eu esqueça):

Há um “vício de pensamento” na crença espírita que impede que a metodologia científica possa dar um veredito final sobre sua veracidade. Na verdade, um pressuposto que impede que reencarnação possa ser encarada como ciência em absoluto.

Da forma que  é apresentada, é impossível de se refutar a hipótese da reencarnação, pois, qualquer prova de que “fulano não é a reencarnação de cicrano”, não significa uma refutação da proposição universal: “todos reencarnamos”, mas apenas que “cicrano, então, reencarnou em outra pessoa.” Ou seja, se não podemos estabelecer em quais condições a hipótese de vidas passadas pode ser considerada falsa, se torna impossível fazer uma pesquisa que a prove verdadeira, pois não temos critérios para saber quando falhamos.

E os crentes espíritas parecem não perceber ( e até se sentirem bem confortáveis com isso) que: não há provas nem a favor nem contra a reencarnação simplesmente porque não pode haver prova nenhuma. E TUDO QUE PODE SER ACEITO SEM PROVAS A SEU FAVOR, PODE TAMBÉM SER DESCARTADO SEM PROVAS DO CONTRÁRIO.

Até que se resolva esse problema, digamos, epistemológico da teoria das vidas passadas, ela não passa de uma crença análoga a crença em duendes ou fadas, só que mais ridícula por sua pretensão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Submeter uma pesquisa a apreciação da comunidade de pesquisadores é o que, digamos, “há de mais científico” numa pesquisa com pretensões de ciência.  O resto está mais no campo do formalismo acadêmico do que no campo da ciência. Dividir o texto em introdução, desenvolvimento e discussão são normas comuns até mesmo a apresentação de trabalhos de crítica literária e filosofia, o que não chamaríamos de ciência, pelo menos não da mesma maneira que chamamos física e química de ciência.</p>
<p>Gostaria de deixar aqui uma consideração que me veio enquanto lia o artigo (um ótimo artigo, fique registrado antes que eu esqueça):</p>
<p>Há um “vício de pensamento” na crença espírita que impede que a metodologia científica possa dar um veredito final sobre sua veracidade. Na verdade, um pressuposto que impede que reencarnação possa ser encarada como ciência em absoluto.</p>
<p>Da forma que  é apresentada, é impossível de se refutar a hipótese da reencarnação, pois, qualquer prova de que “fulano não é a reencarnação de cicrano”, não significa uma refutação da proposição universal: “todos reencarnamos”, mas apenas que “cicrano, então, reencarnou em outra pessoa.” Ou seja, se não podemos estabelecer em quais condições a hipótese de vidas passadas pode ser considerada falsa, se torna impossível fazer uma pesquisa que a prove verdadeira, pois não temos critérios para saber quando falhamos.</p>
<p>E os crentes espíritas parecem não perceber ( e até se sentirem bem confortáveis com isso) que: não há provas nem a favor nem contra a reencarnação simplesmente porque não pode haver prova nenhuma. E TUDO QUE PODE SER ACEITO SEM PROVAS A SEU FAVOR, PODE TAMBÉM SER DESCARTADO SEM PROVAS DO CONTRÁRIO.</p>
<p>Até que se resolva esse problema, digamos, epistemológico da teoria das vidas passadas, ela não passa de uma crença análoga a crença em duendes ou fadas, só que mais ridícula por sua pretensão.</p>
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		<title>By: Guilherme Atencio</title>
		<link>http://fabianelima.com/blog/uma-leitura-critica/comment-page-1/#comment-223</link>
		<dc:creator>Guilherme Atencio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 01:32:16 +0000</pubDate>
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		<description>Dá gosto ler um artigo tão bem escrito em um blogazine tão bem feito.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dá gosto ler um artigo tão bem escrito em um blogazine tão bem feito.</p>
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