{"id":284,"date":"2015-09-10T02:50:29","date_gmt":"2015-09-10T05:50:29","guid":{"rendered":"https:\/\/fabianelima.com\/blog\/?p=284"},"modified":"2015-09-10T03:15:38","modified_gmt":"2015-09-10T06:15:38","slug":"a-usurpadora-capitulos-perdidos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fabianelima.com\/blog\/a-usurpadora-capitulos-perdidos\/","title":{"rendered":"A Usurpadora: cap\u00edtulos perdidos"},"content":{"rendered":"<p><em>Mans\u00e3o do milion\u00e1rio Douglas Maldonado. Externa. Meio da tarde. DOUGLAS MALDONADO est\u00e1 sentado numa espregui\u00e7adeira ao lado da piscina. Um cachorro preto brinca a seus p\u00e9s com uma bola de borracha. Douglas Maldonado est\u00e1 pensativo, e suspira ruidosamente enquanto segura o queixo na m\u00e3o direita. BR\u00c1ULIO entra em cena carregando uma bandeja.<\/em><\/p>\n<figure style=\"width: 320px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/fabianelima.com\/blog\/wp-content\/uploads\/wpid-wp-1441865051507.jpeg\"><img decoding=\"async\" title=\"wp-1441865051507\" class=\"alignnone size-full\"  alt=\"image\" src=\"https:\/\/fabianelima.com\/blog\/wp-content\/uploads\/wpid-wp-1441865051507.jpeg\" \/><\/a><figcaption class=\"wp-caption-text\">O milion\u00e1rio Douglas Maldonado abre seu cora\u00e7\u00e3o neste emocionante epis\u00f3dio in\u00e9dito!<\/figcaption><\/figure>\n<p>BR\u00c1ULIO<br \/>\nAqui est\u00e1 o ch\u00e1 que o senhor pediu, senhor Maldonado.<\/p>\n<p>DOUGLAS MALDONADO<br \/>\nObrigado, Br\u00e1ulio. <em>(Pegando a x\u00edcara da bandeja que Br\u00e1ulio deixa sobre uma mesinha de jardim. Br\u00e1ulio se posiciona a uma dist\u00e2ncia respeitosa de seu patr\u00e3o)<\/em> Fez o que lhe pedi para fazer?<\/p>\n<p>BR\u00c1ULIO<br \/>\nSim, senhor Maldonado. A essa hora a fam\u00edlia de Paola Bracho j\u00e1 deve saber que ela est\u00e1 internada no hospital.<\/p>\n<p>DOUGLAS MALDONADO<br \/>\nQuando Carlos Daniel ler a carta que lhe escrevi contando tudo o que aconteceu, \u00e9 poss\u00edvel que venha atr\u00e1s de mim pedir esclarecimentos e talvez fa\u00e7a um esc\u00e2ndalo.<\/p>\n<p>BR\u00c1ULIO<br \/>\nN\u00e3o sei se acredito que isso \u00e9 poss\u00edvel, senhor Maldonado. O senhor Carlos Daniel tem uma d\u00edvida de 2 milh\u00f5es de d\u00f3lares com o senhor, que a outra Paola Bracho emprestou para salvar a f\u00e1brica da fam\u00edlia.<\/p>\n<p>DOUGLAS MALDONADO<br \/>\nTenho certeza de que isso pesar\u00e1 no julgamento dele, Br\u00e1ulio. <em>(Maldonado se levanta e fica de costas para o criado)<\/em> Mas trata-se de uma quest\u00e3o de honra. Fui amante de sua esposa.<\/p>\n<p>BR\u00c1ULIO<br \/>\nO que o senhor pretende fazer agora? J\u00e1 internou a senhora em um bom hospital, com todas as despesas pagas, e j\u00e1 avisou a fam\u00edlia&#8230;<\/p>\n<p>DOUGLAS MALDONADO<br \/>\nN\u00e3o sei, Br\u00e1ulio. N\u00e3o sei. Talvez seja melhor n\u00f3s sairmos do pa\u00eds por um tempo, pelo menos at\u00e9 as coisas se acalmarem. Sabe, Br\u00e1ulio <em>(Maldonado se volta novamente para o empregado)<\/em>, durante muito tempo eu procurei o amor e fui incapaz de preencher o vazio em meu cora\u00e7\u00e3o. At\u00e9 que&#8230;<\/p>\n<p>BR\u00c1ULIO<br \/>\nAt\u00e9 que a senhora Bracho, sob o nome de No\u00e9lia, conquistou o senhor.<\/p>\n<p>DOUGLAS MALDONADO<br \/>\nN\u00e3o, Br\u00e1ulio. N\u00e3o. Paola, ou No\u00e9lia, ou qualquer outro nome que venha a usar, foi um erro, uma paix\u00e3o fr\u00edvola. Quem realmente me ensinou o que \u00e9 amar foi a outra, a outra Paola. Nunca a terei em meus bra\u00e7os, mas j\u00e1 n\u00e3o me importo. O que sinto por essa outra Paola <em>(Maldonado torna a se sentar na espregui\u00e7adeira, sem encarar Br\u00e1ulio)<\/em> \u00e9 muito mais pr\u00f3ximo de uma ternura, de uma amizade sincera.<\/p>\n<p>BR\u00c1ULIO<br \/>\nQue bom que o senhor encontrou uma solu\u00e7\u00e3o para o seu dilema, senhor Maldonado.<\/p>\n<p>DOUGLAS MALDONADO<br \/>\nO pior \u00e9 que n\u00e3o encontrei <em>(Maldonado olha para Br\u00e1ulio)<\/em>. Descobrir que meu cora\u00e7\u00e3o abriga um outro amor, esse sim imposs\u00edvel.<\/p>\n<p>BR\u00c1ULIO<br \/>\nN\u00e3o estou entendendo, senhor Maldonado. O que quer dizer?<\/p>\n<p><em>Maldonado se levanta, tenciona dar alguns passos na dire\u00e7\u00e3o do mordomo, mas hesita.<\/em><\/p>\n<p>DOUGLAS MALDONADO<br \/>\nPrecisamos deixar o pa\u00eds imediatamente, Br\u00e1ulio. Prepare tudo, devemos partir o mais r\u00e1pido poss\u00edvel.<\/p>\n<p>BR\u00c1ULIO<br \/>\nMas \u00e9 claro, senhor.<\/p>\n<p><em>Br\u00e1ulio come\u00e7a a se retirar e Maldonado fica inquieto. Levanta-se, senta-se, anda de um lado para o outro; Maldonado n\u00e3o consegue conter a afli\u00e7\u00e3o. Termina por sentar-se outra vez e afaga a cabe\u00e7a do cachorro.<\/em><\/p>\n<p>DOUGLAS MALDONADO<br \/>\nN\u00e3o consigo afogar o sentimento que carrego no peito. O que devo fazer? Uma Paola me mostrou o valor de uma amizade, mas com a outra aprendi que n\u00e3o se pode controlar o desejo. O que devo fazer?!<\/p>\n<p><em>Br\u00e1ulio retorna \u00e0 cena, t\u00e3o aflito quanto Douglas Maldonado.<\/em><\/p>\n<p>BR\u00c1ULIO<br \/>\nSenhor, temo que n\u00e3o haver\u00e1 meios de fugir dos seus problemas agora. O senhor Carlos Daniel Bracho est\u00e1 aqui e deseja v\u00ea-lo.<\/p>\n<p>DOUGLAS MALDONADO<br \/>\n<em>(Ensimesmado)<\/em> Diga-lhe que n\u00e3o estou.<\/p>\n<p>BR\u00c1ULIO<br \/>\nJ\u00e1 lhe disse!<\/p>\n<p><em>CARLOS DANIEL entra em cena, apressado. Douglas Maldonado levanta-se.<\/em><\/p>\n<p>CARLOS DANIEL<br \/>\nEu sabia que estaria em casa! O que fez com a minha esposa? Ela n\u00e3o era nenhuma santa, mas n\u00e3o precisava devolv\u00ea-la praticamente morta! Eu n\u00e3o vou tolerar que, por ter emprestado os 2 milh\u00f5es de d\u00f3lares para tirar a f\u00e1brica Bracho da ru\u00edna, voc\u00ea se enxergue no direito de fazer mal a qualquer membro da minha fam\u00edlia.<\/p>\n<p>DOUGLAS MALDONADO<br \/>\nBoa tarde para voc\u00ea tamb\u00e9m, Carlos Daniel Bracho. Primeiramente, gostaria de perguntar se voc\u00ea sabe em que condi\u00e7\u00f5es a sua esposa foi parar naquele hospital.<\/p>\n<p>CARLOS DANIEL<br \/>\nComo \u00e9 que eu vou saber? Voc\u00ea fugiu com ela. Voc\u00ea fez alguma coisa para a ferir, voc\u00ea \u00e9 o culpado!<\/p>\n<p>BR\u00c1ULIO<br \/>\nSenhor Douglas Maldonado, acho melhor eu me retirar.<\/p>\n<p>DOUGLAS MALDONADO<br \/>\nFique, Br\u00e1ulio, fique. Preciso de uma testemunha para ouvir o que tenho a dizer agora, e ningu\u00e9m melhor que o meu empregado mais fiel.<\/p>\n<p>CARLOS DANIEL<br \/>\nAinda ousa arriscar uma defesa? Voc\u00ea \u00e9 mais vil do que eu imaginei. Combina perfeitamente com a Paola.<\/p>\n<p>DOUGLAS MALDONADO<br \/>\nEnt\u00e3o voc\u00ea sabe, Carlos Daniel, voc\u00ea sabe de todas as maldades e de todas as trai\u00e7\u00f5es que Paola Bracho fez com voc\u00ea e com sua fam\u00edlia debaixo do seu nariz? <em>(Neste momento, Carlos Daniel&nbsp; d\u00e1 as costas para Douglas Maldonado&nbsp; e aperta a m\u00e3o num punho cerrado de raiva)<\/em> Ent\u00e3o voc\u00ea sabe que o que a levou \u00e0quela cama de hospital nada mais \u00e9 que fruto da sua iniquidade?<\/p>\n<p>CARLOS DANIEL<br \/>\nDe fato, Paola n\u00e3o era uma esposa exemplar. Mas era realmente necess\u00e1rio fazer aquilo com ela? E o que voc\u00ea sabe que eu n\u00e3o sei?<\/p>\n<p>DOUGLAS MALDONADO<br \/>\nO que sei, Carlos Daniel, \u00e9 que a mulher deitada naquela cama de hospital n\u00e3o \u00e9 a mesma que veio me pedir dinheiro para salvar os neg\u00f3cios da sua fam\u00edlia.<\/p>\n<p>BR\u00c1ULIO<br \/>\nVai contar a ele, senhor Maldonado?<\/p>\n<p><em>Carlos Daniel se volta para Douglas Maldonado parecendo confuso. <\/em><\/p>\n<p>DOUGLAS MALDONADO<br \/>\nPreciso contar, Br\u00e1ulio. Este pobre homem n\u00e3o tem culpa do que a esposa fez, mas tem a sorte de ter o amor da mulher mais valorosa que j\u00e1 conheci.<\/p>\n<p>CARLOS DANIEL<br \/>\nVoc\u00ea tamb\u00e9m sabe sobre Paulina Martins?<\/p>\n<p>DOUGLAS MALDONADO<br \/>\n\u00c9 este ent\u00e3o o nome da minha hero\u00edna: Paulina Martins. <em>(Douglas Maldonado d\u00e1 as costas para Carlos Daniel) <\/em>Foi ela quem me tirou do po\u00e7o da escurid\u00e3o, e \u00e9 a ela que devo a recupera\u00e7\u00e3o da minha sa\u00fade.<\/p>\n<p>CARLOS DANIEL<br \/>\nN\u00e3o ouse falar de Paulina!<\/p>\n<p>DOUGLAS MALDONADO<br \/>\n<em>(Voltando-se para Carlos Daniel)<\/em> Quanto a isso n\u00e3o se preocupe, Carlos Daniel. O que sinto por ela \u00e9 apenas gratid\u00e3o eterna. Ela me fez ver onde eu estava errando e curou-me as feridas emocionais. Voc\u00ea tem a sorte de ter o amor dessa mulher.<\/p>\n<p><em>Carlos Daniel d\u00e1 as costas para Douglas Maldonado, reflexivo.<\/em><\/p>\n<p>CARLOS DANIEL<br \/>\nPaulina me ama. Paulina me ama!<\/p>\n<p>DOUGLAS MALDONADO<br \/>\nAma, Carlos Daniel. E se eu fosse voc\u00ea, tomaria todas as provid\u00eancias para n\u00e3o deix\u00e1-la fugir.<\/p>\n<p><em>Carlos Daniel deixa o recinto apressado enquanto Maldonado e Br\u00e1ulio observam, surpresos. O milion\u00e1rio volta a sentar-se.<\/em><\/p>\n<p>DOUGLAS MALDONADO<br \/>\nBr\u00e1ulio, tomei uma decis\u00e3o.<\/p>\n<p>BR\u00c1ULIO<br \/>\nDecidiu para onde vamos, senhor?<\/p>\n<p>DOUGLAS MALDONADO<br \/>\nN\u00e3o, Br\u00e1ulio. Decidi que n\u00e3o h\u00e1 mais tempo a perder. Voc\u00ea tem sido meu amigo fiel, meu companheiro e confidente. <em>(Maldonado evita encarar Br\u00e1ulio, levanta-se e caminha alguns passos ao longo da piscina, decidido, mas ainda um tanto inseguro)<\/em> Br\u00e1ulio, eu quero que voc\u00ea saiba&#8230; Que voc\u00ea saiba que&#8230; Br\u00e1ulio, eu&#8230;<\/p>\n<p>BR\u00c1ULIO<br \/>\nEst\u00e1 se sentindo bem, senhor Maldonado?<\/p>\n<p><em>Douglas Maldonado se vira abruptamente, abrindo os bra\u00e7os em uma declara\u00e7\u00e3o calorosa.<\/em><\/p>\n<p>DOUGLAS MALDONADO<br \/>\nBr\u00e1ulio, n\u00e3o consigo mais esconder: eu te amo!<\/p>\n<p>BR\u00c1ULIO<br \/>\nMas senhor&#8230;<\/p>\n<p>DOUGLAS MALDONADO<br \/>\nAcredite em mim, Br\u00e1ulio! H\u00e1 verdade nas minhas palavras. S\u00f3 voc\u00ea esteve ao meu lado em todos os momentos, viu o que h\u00e1 de melhor e o que h\u00e1 de pior em mim, e pode me julgar com sinceridade. Eu te amo, Br\u00e1ulio.<\/p>\n<p><em>Durante alguns segundos nenhum dos dois fala nada. Um JARDINEIRO passa e os cumprimenta. Douglas Maldonado arrisca no assovio alguns poucos acordes de uma antiga e tradicional can\u00e7\u00e3o mexicana. Br\u00e1ulio examina atentamente os pr\u00f3prios sapatos. O jardineiro finalmente vai embora.<\/em><\/p>\n<p>BR\u00c1ULIO<br \/>\nSenhor, eu entendo que durante todos esses anos em que estive lhe servindo desenvolveu-se entre n\u00f3s uma certa cumplicidade. Mas n\u00e3o acredito que&#8230;<\/p>\n<p>DOUGLAS MALDONADO<br \/>\nBr\u00e1ulio, n\u00e3o negue! Eu sei que voc\u00ea sente o mesmo, e mesmo que n\u00e3o sinta, voc\u00ea sabe muito bem que faria de tudo para t\u00ea-lo ao meu lado, assim como fiz com Paola. <em>(Maldonado d\u00e1 alguns passos em dire\u00e7\u00e3o ao criado)<\/em> O que preciso fazer para que voc\u00ea corresponda ao meu amor, Br\u00e1ulio?<\/p>\n<p>BR\u00c1ULIO<br \/>\nSenhor <em>(Br\u00e1ulio se afasta o mesmo n\u00famero de passos que Douglas Maldonado deu em sua dire\u00e7\u00e3o)<\/em>, n\u00e3o acho que isso seja apropriado&#8230;<\/p>\n<p>DOUGLAS MALDONADO<br \/>\nEst\u00e1 decidido! Chame o motorista, estou indo agora mesmo no cart\u00f3rio mudar o meu testamento. Seus anos de servi\u00e7o ser\u00e3o recompensados, Br\u00e1ulio. Voc\u00ea vai me amar, voc\u00ea vai aprender a me amar, voc\u00ea vai ver! Mesmo porque todos os meus milh\u00f5es n\u00e3o ser\u00e3o muito \u00fateis aos meus cachorros, e n\u00e3o tenho mais ningu\u00e9m a quem deixar todo esse dinheiro.<\/p>\n<p><em>Br\u00e1ulio est\u00e1 cabisbaixo, sem conseguir tirar os olhos do gramado e incapaz de encarar o patr\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p>BR\u00c1ULIO<br \/>\nSenhor Maldonado&#8230;<\/p>\n<p>DOUGLAS MALDONADO<br \/>\nDiga, Br\u00e1ulio, as palavras que quero ouvir!<\/p>\n<p>BR\u00c1ULIO<br \/>\n<em>(Depois de certa hesita\u00e7\u00e3o) <\/em>Acho que posso aprender a amar o senhor. Quer dizer, n\u00e3o deve ser muito diferente a mec\u00e2nica da coisa toda. Talvez tenhamos que negociar algumas dessas coisas, mas na maior parte delas n\u00f3s podemos conviver bem. \u00c9, acredito que j\u00e1 estou amando o senhor, senhor Maldonado.<\/p>\n<p>DOUGLAS MALDONADO<br \/>\nSem formalidades a partir de agora, Br\u00e1ulio. <em>(Douglas Maldonado se aproxima de Br\u00e1ulio e segura as m\u00e3os dele nas suas)<\/em> Para voc\u00ea agora sou apenas Douglas.<\/p>\n<p>BR\u00c1ULIO<br \/>\nAh, senhor Maldonado!<\/p>\n<p><em>Os dois d\u00e3o um beijo terno enquanto a c\u00e2mera se afasta lentamente. Corta para os comerciais.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mans\u00e3o do milion\u00e1rio Douglas Maldonado. Externa. Meio da tarde. DOUGLAS MALDONADO est\u00e1 sentado numa espregui\u00e7adeira ao lado da piscina. Um cachorro preto brinca a seus p\u00e9s com uma bola de borracha. Douglas Maldonado est\u00e1 pensativo, e suspira ruidosamente enquanto segura o queixo na m\u00e3o direita. 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